Eu *realmente* estou sem tempo, mas atendendo a pedidos vai outra nota chupada (esta do clássico Boing Boing): Quem já fez buscas na área “groups” do Google já viu que as mensagens vêm com as palavras buscadas “pintadas”. Pois bem: tem nego fazendo posts na Usenet (a rede que dá origem aos tais “groups”) que aparecem nas buscas do Google como textos gigantes ou mesmo desenhos. E eu aqui, perdendo meu tempo com trabalho… :-)
Arquivos para julho, 2002
seg 29 jul 2002
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qua 10 jul 2002
Ok, não ando escrevendo nada. Mas o bom da web é isso: tem bastante gente escrevendo por mim. O Observatório da Imprensa vem preenchendo o vácuo do falecido No. com artigos interessantes sobre as eleições, e destaco estetexto sobre a “pesquisite” (é a segunda parte de uma série, mas achei mais interessante do que a primeira – que, de qualquer forma, também está lá).
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ter 9 jul 2002
Eis um artigo bem interessante sobre mods – as alterações que as pessoas fazem em jogos para torná-los mais interessantes. Quem já se divertiu com o “Pac-Doom” ou CounterStrike vai gostar.
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sáb 6 jul 2002
Sempre que algum personagem ligado direta ou indiretamente a histórias em quadrinhos faz sucesso com o público infantil (leia-se: público ultra-consumidor), há um reflexo positivo no mercado de HQ. No caso de Dragonball, uma quantidade enorme de lançamentos de mangás que se viabilizou em grande parte graças ao sucesso do desenho animado e de seus produtos associados (ok, também ajudou o fato de os editores perceberem que podiam baratear bastante o produto final mantendo-o em preto-e-branco e na diagramação original).
O que me chama a atenção é que, mesmo a molecada já indo procurar outra coisa para assombrar os bolsos de seus pais, o mercado de mangá parece estar com fôlego total – a um ponto que surgem coisas como Oiran: uma revista feita totalmente no Brasil, mas no estilo japonês (mangá).
Isso não é exatamente novidade – gente como Claudio Seto faz isso há um bom tempo. Acontece que o resultado geralmente cheira a cópia mal-feita (o caso do Seto é exceção, volto a esse assunto quando for oportuno). Mas Oiran me chamou a atenção: a arte/história são, no geral, bem construídas, a ambientação no Japão medieval – se é que eu estou habilitado, como gaijin, a falar do assunto – é convincente, sem se perder em detalhes como acontece às vezes com os mangás originais no estilo medieval. Embora a influência tupiniquim apareça na construção do personagem principal, na minha opinião ela só acrescenta.
Enfim, recomendo. O site da editora fala dos outros lançamentos. Honestamente, não sei se é possível manter a peteca tão alta o tempo todo, mas a R$ 2,60 o exemplar, acho que vale a pena arriscar.
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seg 1 jul 2002
Essa é ótima: assim como o resto do mundo, os chineses estão de saco cheio de esperarem a autora lançar o quinto livro da série Harry Potter. Só que resolveram colocar a mão na massa, e, na melhor tradição da pirataria asiática (que eu considero quase uma forma de arte) lançaram sua própria versão do livro.
Se bem conheço o mundo dos bucaneiros, logo pinta uma tradução meia-boca para o inglês desta “obra” (que, diz o artigo, já é meia-boca no original) nos Kazaas da vida. E eu que achava que o Polystation era o limite da cópia fuleira…