Mês: dezembro 2004

Desvendando os quadrinhos

20 de dezembro de 2004

Depois de quase uma década, foi lançado no Brasil o Desvendando os Quadrinhos de Scott McCloud. Valeu a espera: é leitura tão obrigatória quanto Quadrinhos e Arte Seqüêncial, de Will Einser.

Assim como o livro do Eisner, este tem uma cobertura universal o suficiente para não se tornar desatualizado. E o único assunto menos coberto – os quadrinhos na Web – é fartamente trabalhado no seu site (que já foi comentado aqui antes).

E por falar no site, também gostei de Bobo Puppyhead. Viva os quadrinhos não-desenhados!

O Cara Tossiu…

11 de dezembro de 2004

o rei igual o dinheiro de passarÉ incrível, mas tem gente perguntando se isso aqui virou um site pornô, tudo por causa do último post.

Preciso lembrar que a minha formação não é só pornografia, tem também bastante tosqueira – como a impagável animação Daileon e Jaspion, proibida para menores não por seu conteúdo, mas porque este público é novo demais para ter assistido ao seriado.

Sexo em público

7 de dezembro de 2004

cena do programa de TV: a apresentadora agita o público, enquanto a participante 'mete as caras' na sua 'tarefa'.(ATENÇÃO: os links deste artigo são impróprios para escritório)

Tudo começa quando, estupefato, um amigo me envia o link para este vídeo, no qual várias garotas japonesas masturbam-se e fazem sexo livremente em público, supostamente com qualquer um que estivesse passando pelo local. Não tem o menor jeito de armação, parece mesmo que algumas garotas toparam fazer essas loucuras na frente da câmera.

Numa frustrada tentativa de encontrar explicação, tudo o que achei foram mais coisas orientais bizarras do gênero, das quais destaco duas. A primeira é esta coletânea de flagras de pessoas transando em automóveis, cujas atividades são subitamente interrompidas pelo fotógrafo espírito-de-porco.

A segunda é, de longe, a mais hardcore. Pelo pouco que entendi, é um programa de televisão, cujo público é composto inteiramente por garotas. Como nos programas dominicais daqui, elas participam de gincanas, com um “pequeno” detalhe: tais competições envolvem atividades sexuais com parceiros da produção. No final rola até uma disputa de tesoura-papel-e-pedra para ver quem leva o grande “prêmio”.

Eu tenho *muito* que aprender direito esse idioma…

Passando o bastão

3 de dezembro de 2004

Tenho bastante assunto represado, mas pouquíssimo tempo livre no momento. Para não frustrar os visitantes (mesmo correndo o risco de perdê-los na comparação), recomendo o Liberal libertário libertino. O blog funciona em sinergia com o site, ambos contendo artigos e reflexões do autor.

O conteúdo fala por si, é fantástico. E, ainda que não fosse, qualquer um que fundamente seu raciocínio com pérolas como “(…) putaria não é fácil. Como qualquer libertino sabe, uma boa bacanal demanda tremenda logística” e use termos do calibre de “pescotapa” merece uma atenção maior.

UPDATE: Quando eu já me achava satisfeito com as elocubrações socio-psicológicas do autor, encontro esta brilhante análise sobre o monopólio da Microsoft. Finalmente alguém produziu um texto laico, coerente e acessível sobre o assunto. Brilhante.

Gairaigo

3 de dezembro de 2004

Aqui vai um texto bastante interessante sobre gairaigo, i.e., palavras usadas no idioma japonês originadas de outros idiomas. O texto foca nos vocábulos importados do português, desmistificando, por exemplo, a popular lenda de que “arigatô” vem de “obrigado”.