Arquivos para maio, 2005
Arquivos por Mês
sex 27 mai 2005
Dessa vez o Edu se superou, me apresentando ao site do Turd Twister. O aparelho é – pasmem – uma espécie de modelador de cocô. Isso mesmo: você escolhe um formato (no mesmo estilo daqueles chaveiros laser baratinhos), pluga ele na chocolateria e atende o chamado da natureza de forma criativa.
Não consegui confirmar se é sério mesmo ou se é brincadeira – mas em qualquer um dos casos a idéia é hilária. Se alguém quiser arriscar, eles aceitam PayPal. Eu até compraria, mas dificilmente teria presença de espírito suficiente para usar…
qua 25 mai 2005
Esse mês minha página ganhou um banho de loja: graças ao Movable Type, passou a suportar RSS e Atom (formatos de dados que automatizam a leitura de novas notícias). Além disso, resolvi incorporar um podcast, isto é, disponibilizar o blog em áudio.
Sou meio reticente com essa coisa de podcasting – mas, até aí, eu também tinha um pé atrás com blogs. E colocar o áudio no ar deu menos trabalho do que eu esperava, graças a ótimas ferramentas gratuitas como o Audacity (programa para gravar áudio) e o MT-Enclosures (plugin do Movable Type que disponibiliza os podcasts automaticamente).
Para ouvir no micro, basta um bom leitor de RSS (eu recomendo o Sage, que funciona de dentro do Firefox). Mas convenhamos: estando no micro, é mais fácil ler do que ouvir. E não encontrei uma ferramenta que automatize o processo de ouvir podcasts no Palm ou num MP3 player – o que é uma pena, pois o formato é ideal para colocar num aparelhinho desses e ouvir no carro ou no ônibus.
qua 18 mai 2005

Em 1960 e bolinha, Wally Wood (um desenhista da MAD da época em que MAD era coisa polêmica) criou o Disneyland Memorial Orgy para uma revista alternativa. Tratava-se de um único quadro que concentrava dúzias de personagens Disney em atos sexuais, escatológicos ou usando drogas pesadas.
Eu sempre achei que isso fosse lenda, mas não só é sério como existe uma versão colorida (o original era preto-e-branco). Se as crianças já estiverem bem longe da sala, e você tiver curosidade, aqui estão o original em preto-e-branco e o colorido em tamanho grande.
dom 15 mai 2005
O GUIdebook é uma gigantesca (e organizadíssima) coleção de screenshots de diversas interfaces gráficas (GUIs) dos mais variados computadores e sistemas operacionais.
Ali é possível encontrar pérolas como o Apple II DeskTop, que tirava água da pedra colocando uma interface estilo Mac em um prosaico Apple IIe. Coisas como o Microsoft OS/2 e o BeOS também podem ser encontradas no site, bem como GUIs que ainda não foram lançadas, como a do Windows Longhorn.
Curiosamente, o site não inclui a mãe-de-todas-as-GUIs, a interface gráfica da Xerox. Essa eu fui achar no The Graphical User Interface Gallery, que não é tão organizado ou varidado quanto o primeiro, mas funciona bem como complemento.
dom 8 mai 2005
Me deparei por acaso com Como Mover o Monte Fuji, livro recomendado por Joel Spolsky, e que não sabia existir em português. O tema são os famosos quebra-cabeças de entrevista – cosutmeiramente atribuídos à Microsoft, mas usados na prática por uma boa parcela das empresas da era pontocom na sua declarada (embora nem sempre sincera) busca pelos melhores talentos.
Sem se restringir ao lugar-comum de catalogar os quebra-cabeças (até porque existem sites bons que fazem isso), o livro procura estudar os objetivos das empresas que usam esse tipo de testes, determinando tanto as potencialidades quanto as limitações do método.
Moderadamente interessante para entrevistados (exceto, talvez, para pessoas com “perfil Você S/A”, que podem ver no livro um valioso guia sobre como memorizar respostas e parecer inteligente diante de entrevistadores que memorizaram respostas e procuram parecer inteligentes), o livro é de extrema valia para pessoas que se vêem no papel de entrevistadores – e isso é algo que mesmo os mais técnicos acabam fazendo várias vezes dentro de uma empresa.
sáb 7 mai 2005
Wapsi Square é uma tira muito bem-humorada sobre um grupo de pós-adolescentes que, sem maiores pretensões, me prendeu como poucas fizeram.
As personagens são muito cativantes – tanto que o autor, mesmo tendo suas predileções, vira e mexe muda o foco da história de uma para outra. Prepare uma cadeira confortável, pois são anos de tiras antigas.