Arquivos para dezembro, 2006

Já vi algumas dessas, mas esta coleção de tiras do Calvin sobre bonecos de neve é massiva. Não entendo como não lançam um livro temático disso, o assunto é inesgotável.

Outra idéia (pra quem tiver livros do Calvin e tempo livre): tiras do pai do Calvin tocando o terror no menino. Achei essa coletânea de transcrições, mas as impagáveis expressões faciais e corporais do Watterson fazem falta.

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Há algumas semanas eu tive a agradável surpresa de receber do Leonardo Sellani uma implementação de estratégia adicional para os jogadores virtuais do miniTruco (o jogo contava com uma estratégia do Willian Gigliotti e outra – terrível – minha).

Terminadas as aulas, troquei a minha estratégia por esta. Agorao jogo sorteia, a cada partida, a estratégia do parceiro e de cada adversário. Também é possível forçar qualquer um dos três a uma estratégia específica, no menu Opções.

Outra mudança é que removei o suporte a multiplayer via GPRS. Uma pena, pois até que funcionava bem – mas as operadoras são bastante burocráticas no sentido de oferecer configurações que conectem diretamente em servidores (sem passar por proxies) – isso quando não bloqueiam o acesso a aplicações fora do seu “cercadinho” de aplicações (pagas). Melhor deixar o jogo mais leve e abrir espaço para Bluetooth no futuro.

A nova versão pode ser baixada para o PC na página de sempre ou diretamente no ceular, acessando o endereço abaixo:

m.chester.inf.br

(obs.: este endereço mudou, assim como o endereço princpal do blog. Os antigos redirecionam por tempo indeterminado, mas, na dúvida, atualize seus bookmarks)

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Pizzicato Five, trilha de Katamari Damaci, não importa: o mundo da música japonesa com influências ocidentais “tá dominado” pelo pancadão nipônico da Tigarah. Ao menos é o que sugerem os vídeos que correm na rede, mostrando a performance da Tati Quebra-Barraco da terra do sol nascente.

Ela ainda não tem CD pronto, mas no MySpace da moça é possível ouvir várias músicas e até comprar o EP. A US$ 8 (incluindo postagem) é um achado para quem curte ritmos estrangeiros em japonês (ou engrish – a moça oscila entre os dois idiomas, e não vou me surpreender se tentar incursões pelo português em breve).

Dica do Tommy Molto.
[1] “Só as cachorra“, em japonês loose ;-)

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Não vou negar: sempre tive um pé atrás com o natal.

Quando vejo o povo atarantado entre compras e preparativos, só consigo pensar nos excluídos que não têm razão, companhia ou (principalmente) condições para comemorar. Não, não sofri destes males (apesar do baixo IDH da Vila Ema, fui criado a leite com pêra e ovomaltino na geladeira), mas desenvolvi um certo preconceito contra a data (superficialmente fundamentado por clássicos de esquerda e sacramentado por punk rock dos anos 80).

Foi preciso que a Professora Rita mais uma vez (ela faz isso desde os anos 90) torcesse o meu nariz na direção do óbvio: a gente pode ser parte do problema ou da solução. E ela o fez apontando o Programa Papai Noel dos Correios, que permite a qualquer pessoa colaborar objetivamente na redução do abismo entre as crianças que acreditam no Papai Noel e aquelas que são atendidas por ele.

O projeto surgiu por conta das inúmeras cartas que são efetivamente postadas para o Papai Noel – que os funcionários do correio procuravam ao menos responder. A instituição oficializou e expandiu o procedimento, permitindo que o público em geral não apenas ajude a responder às cartas, mas também a realizar o sonho de natal de algumas destas crianças.

É totalmente sem burocracia: você chega no posto e pode ler as cartas à vontade (sempre com um funcionário dos correios de prontidão para orientar). Se você resolver “adotar” uma, só tem que deixar o nome e telefone e anotar os dados. Aí você compra/prepara o presente e leva pra eles de volta (devidamente embalado e endereçado). O envio para a criança é por conta dos correios.

Fácil, rápido, gratificante e muito mais saudável que ficar reclamando que as pessoas esqueceram o verdadeiro sentido do Natal.

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Em um futuro não muito distante, lutadores outrora gloriosos (velhos conhecidos de qualquer um que jogou fliperama nos últimos 15 anos) enfrentam a decadência – até que alguns deles resolvem dar a volta por cima. Este é o mote de Street Fighter: The Later Years, uma produção independente (provavelmente não-autorizada) que, em seus dois primeiros episódios, rende umas boas risadas e deixa a gente esperando por mais.

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O Massa (do Videos Show) me mandou o link para The Parlor, um curta que brinca com a idéia de bate-papo na Internet de uma maneira muito simples, mas eficiente.

Assim como o recém-comentado Consent, não muda a vida de ninguém, mas é uma visão interessante sobre um fenômeno moderno.

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O rapaz e a moça acabaram de se conhecer, tiveram um ótimo encontro e a noite promete. Entretano, sendo adultos responsáveis, eles sabem que precisam falar sobre… ah, assista agora Consent, um curta bem simpático que, mesmo baseado numa única piada, segura ela bem até o final.

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